O destino me parece um passarinho, voa para lugares que desconhecemos.Então que meu destino-passarinho vôe para onde melhor for este ano!FELIZ 2008!
martes, 25 de diciembre de 2007
2008
lunes, 24 de diciembre de 2007
Minhas irmãs.
Uma amiga me ensinou que abrir mão dos sonhos é deixar de ser você mesmo.
Uma amiga me disse que um texto que eu escrevi sobre mim, era sobre ela.
Essas duas amigas estão tão longe, mas são as mais próximas sempre.
Irmãos sempre moram no coração, mesmo com brigas.
Irmãs escolhidas por - não sei como nem quem - coração, nasceram já dentro do seu coração.
Meu coração sente muita saudade de duas irmãs minhas...
Paolla nasceu no inverno, como eu, e é romântica igual.
Natália nasceu no verão, e o odeia assim como eu.
Tainara, Paolla e Natália se conheceram por causa de histórias, escrevendo histórias.
E a história delas dá um livro de amor.
Eu quero um dia um Natal com vocês, com filmes, livros e chocolates.
Por que eu amo vocês, e existem partes da nossa história que ainda precisamos realizar.
Um beijo, minhas irmãs.
FELIZ NATAL PARA TODOOOOS!
Uma amiga me disse que um texto que eu escrevi sobre mim, era sobre ela.
Essas duas amigas estão tão longe, mas são as mais próximas sempre.
Irmãos sempre moram no coração, mesmo com brigas.
Irmãs escolhidas por - não sei como nem quem - coração, nasceram já dentro do seu coração.
Meu coração sente muita saudade de duas irmãs minhas...
Paolla nasceu no inverno, como eu, e é romântica igual.
Natália nasceu no verão, e o odeia assim como eu.
Tainara, Paolla e Natália se conheceram por causa de histórias, escrevendo histórias.
E a história delas dá um livro de amor.
Eu quero um dia um Natal com vocês, com filmes, livros e chocolates.
Por que eu amo vocês, e existem partes da nossa história que ainda precisamos realizar.
Um beijo, minhas irmãs.
FELIZ NATAL PARA TODOOOOS!
domingo, 16 de diciembre de 2007
Na rede.
Somos como uma rede.
Indo e vindo com o vento, embalo.
Perdendo tempo. Enrolando a vida.
Costurando o ar com os vaivéns insesantes.
Ir para lá, voltar para cá, redundar.
Adormecer sem cessar o balanço, o molejo.
Continuando a vida, apesar dos solavancos que a rede dá contra os ganchos.
Pendurado no ar, sem os pés no chão.
Sonhando numa rede.
[Em comemoração a eu ter passado na 1ª fase de letras na USP.]
jueves, 13 de diciembre de 2007
Notas - A Desistência
Ela passou a vida inteira desistindo de seus sonhos na última hora.
Desistia por medo de não alcançar, ou desistia por preguiça. Mas desistia, sempre. Ela queria uma vida que não era dela, que se passava apenas em livros e filmes, ela não era artista de cinema e não tinha um sobrenome famoso, era apenas ela acompanhada pelos seus montes de desistências.
Desistira de ser atriz, porque não era tão boa; desistira do menino que queria, porque ele não gostava dela; desistira de ser professora, por pura comodidade de não entrar em uma faculdade. Ela desistia de tudo, e achava aquilo natural, afinal era muito nova para escolher. Tinha sempre uma desculpa para tudo. Tinha um medo incontrolável de perder ou eleger errado.
Na verdade odiava desistir, mas era a única coisa que fazia sem pensar duas vezes. O que ela queria? No fundo, nem ela sabia o que queria... Escolhas próprias... Odiava palpites... Odiava sua mãe e seu pai dando palpites...
Ela não queria sua vida de sempre, não queria ser apenas aquilo que era: uma garota que escrevia até que bem. Queria mais, queria se desprender de todo esse passado, queria mudar seu rumo, ser alguém grande e admirável...
Mas não era. Ela era apenas ela, com seus medos e dúvidas. Cheia de desistências, mas ia descobrir, saberia o que ser e como seguir seus próprios sonhos, mas odiava admitir que um dia veio uma nova ciência que lhe mudou todos os planos. Porque agora que tinha novos conhecimentos, tinha que ajudar os outros, não podia se perder em seus sonhos...
Mas eram sonhos, não podiam ser largados de lados... Eram seus, faziam parte da sua história...
Talvez essa fosse a hora de menear as coisas: o que ela quer de verdade? O que realmente importa?
Os novos conhecimentos a assustaram tanto, que ela desistiu de novo, achando que era certo. Mas só percebeu que desistiu depois, e agora não tinha mais volta. Ela queria sentar e chorar, porque não entendia direito porque sempre errava daquela forma, desistindo demais.
Não podia ter se baseado em novos conhecimentos para modificar suas crenças. Porque aquilo em que acreditamos desde sempre, faz parte de nós, aquilo é a nossa base essencial. É preciso ter algo surreal em que acreditar, para não virarmos um monte de frases feitas e desculpas esfarrapadas.
Por dentro ela continuava a mesma, e ainda tinha seus sonhos de antes... Ela tinha e sabia que tinha.
E não desistiria de novo.
Desistia por medo de não alcançar, ou desistia por preguiça. Mas desistia, sempre. Ela queria uma vida que não era dela, que se passava apenas em livros e filmes, ela não era artista de cinema e não tinha um sobrenome famoso, era apenas ela acompanhada pelos seus montes de desistências.
Desistira de ser atriz, porque não era tão boa; desistira do menino que queria, porque ele não gostava dela; desistira de ser professora, por pura comodidade de não entrar em uma faculdade. Ela desistia de tudo, e achava aquilo natural, afinal era muito nova para escolher. Tinha sempre uma desculpa para tudo. Tinha um medo incontrolável de perder ou eleger errado.
Na verdade odiava desistir, mas era a única coisa que fazia sem pensar duas vezes. O que ela queria? No fundo, nem ela sabia o que queria... Escolhas próprias... Odiava palpites... Odiava sua mãe e seu pai dando palpites...
Ela não queria sua vida de sempre, não queria ser apenas aquilo que era: uma garota que escrevia até que bem. Queria mais, queria se desprender de todo esse passado, queria mudar seu rumo, ser alguém grande e admirável...
Mas não era. Ela era apenas ela, com seus medos e dúvidas. Cheia de desistências, mas ia descobrir, saberia o que ser e como seguir seus próprios sonhos, mas odiava admitir que um dia veio uma nova ciência que lhe mudou todos os planos. Porque agora que tinha novos conhecimentos, tinha que ajudar os outros, não podia se perder em seus sonhos...
Mas eram sonhos, não podiam ser largados de lados... Eram seus, faziam parte da sua história...
Talvez essa fosse a hora de menear as coisas: o que ela quer de verdade? O que realmente importa?
Os novos conhecimentos a assustaram tanto, que ela desistiu de novo, achando que era certo. Mas só percebeu que desistiu depois, e agora não tinha mais volta. Ela queria sentar e chorar, porque não entendia direito porque sempre errava daquela forma, desistindo demais.
Não podia ter se baseado em novos conhecimentos para modificar suas crenças. Porque aquilo em que acreditamos desde sempre, faz parte de nós, aquilo é a nossa base essencial. É preciso ter algo surreal em que acreditar, para não virarmos um monte de frases feitas e desculpas esfarrapadas.
Por dentro ela continuava a mesma, e ainda tinha seus sonhos de antes... Ela tinha e sabia que tinha.
E não desistiria de novo.
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